Se todos se reinventaram na pandemia, o MEC pode corrigir Enem em 15 dias, diz empresário

Fonte: Folha de São Paulo

 

Daniel Castanho, dono da Ânima Educação, participou da série de lives Ao Vivo em Casa

Se as universidades e as empresas conseguiram se reinventar na pandemia e mudar a maneira de trabalhar de uma hora para a outra, o MEC também deveria dar um jeito de corrigir a prova do Enem em 15 dias para não atrapalhar nem os alunos nem o calendário das universidades.

Foi o que disse Daniel Castanho, presidente do conselho de administração da Ânima Educação, na transmissão desta quinta-feria (7) do Ao Vivo em Casa, a série de lives diárias da Folha. O dono da Ânima, que tem instituições como São Judas, UniBH, UNA, Unisul, UniCuritiba e outras, considera necessário adiar o Enem, mas reconhece que isso levará um problema ao planejamento das universidades que receberão os alunos.

“O que o MEC precisa fazer? Adiar o Enem. Mas ele não pode demorar três meses para corrigir a prova. Ele tem que corrigir em 15 dias. Todo mundo fez isso, as universidades públicas e privadas, as empresas. Todo o mundo teve que se reinventar. Em uma semana, todo o mundo mudou a maneira de trabalhar. Como o MEC não pode corrigir a prova do Enem em 15 dias? A gente tem que entender esse momento de maneira solidária”, diz Castanho.

Ele sugere ainda que se faça um segundo Enem em abril ou maio para dar chance de uma nova entrada.

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